RIO POTENGI, NATAL, RIO GRANDE DO NORTE
STPM JOTA MARIA - MOSSORÓ-RN, 27 DE SETEMBRO DE 2020
A Ponte Newton Navarro está
localizada na cidade de Natal , capital do estado brasileiro do
RIO GRANDE DO NORTE. Ela liga os bairros da Zona Norte de NATAL e
os municípios do litoral norte do estado aos bairros da Zona Norte de
Natal e do litoral sul, além de outras regiões da cidade passando pelo RIO
PONTEGI . Devido à sua altura e imponência, logo virou atração turística.
A principal finalidade é a
desobstrução do tráfego da ponte de igapó melhorar o acesso ao
Aeroporto Internacional Aluizio Alves, em São Gonçalo do Amarante e a
novos empreendimentos que vem se instalando na região norte, além de facilitar
e aumentar o fluxo de turistas no litoral norte e facilitar a
saída dos moradores da Zona Norte para os bairros do centro da cidade e outras
zonas da capital.
A PONTE
A ponte, cujo
trecho estaiado foi projetado pelo engenheiro italiano Mario de Miranda, possui
cerca de 2,713 km de extensão dos quais cerca de 500 METROS são
sustentados por cabos de aço presos a dois blocos centrais de 110 metros de
altura, e o restante sustentado por vãos convencionais. [carece de
fontes] A ponte tem uma iluminação cênica e rodoviária.
A IDEIA, O COMEÇO, AS OBRAS
O projeto da ponte, oficialmente,
veio desde 1992 1 na
então gestão do prefeito ALDO TINOCO . Porém para algumas construtoras, a
obra parecia impossível e não acreditavam que o estado teria capacidade para
executar uma obra de tamanha magnitude. O projeto ficou "adormecido"
por quatro anos. Até que em 1996, WILMA DE FARIA , então prefeita
da capital potiguar, trouxe novamente o projeto à tona, mas só quando ela
assumiu a governadoria do estado em 2002 conseguiu pôr a ideia em
prática. E em 2003 o governo assumiu a responsabilidade da obra. Em
2004 foi aberto um novo edital de licitação.
As
obras começaram oficialmente em 24 de outubro de 2004. Durante o ano 2005 a
obra seguia em ritmo lentíssimo e cheia de empecilhos que
atrasavam a obra, entre estes vários escândalos de super-faturamento envolvendo
a Governadora e várias datas de
inauguração remarcadas. Em 2006 havia uma delas, mas a ponte não
foi inaugurada. Depois, novamente marcaram a inauguração para Junho de
2007, quando também não ocorreu.
Vários empecilhos impediam a
inauguração da ponte, os principais eram a instalação do sistema de proteção
(defensas) nos dois pilares do vão central da ponte, e a desapropriação
dos terrenos próximos a ponte, para o acesso a mesma.
Em
2018, o novo viaduto foi inaugurado no antigo semáforo/rotatória do local, pelo
então governador Robinson faria
INAUGURAÇÃO
A ponte foi liberada para o
tráfego de veículos, pedestres e ciclistas, as 8:00 da manhã do dia 21 DE NOVEMBRO
DE 2007 , momentos antes, um homem se jogou da ponte e faleceu. Após o tráfego
ter sido liberado, milhares de NATALENSES e turistas cruzaram a
ponte e, apesar das placas de proibição, vários chegavam a parar os carros na
ponte, para poder olhar a paisagem e tirar fotos, o que ocasionou um enorme
engarrafamento, mesmo com a chegada de guardas de trânsito no local, o
engarrafamento se agravou.
Até
hoje, a ponte ficou conhecida pelo alto índice de suicídios no local, onde
virou destaque nacional nos principais noticiários.
BENEFÍCIO
A ponte trouxe
vários benefícios, entre eles, está a desobstrução do tráfego da
PONTE IGAPÓ que melhorou muito, apesar de ainda ter um elevado tráfego de
veículos e congestionamentos em certas partes da ponte e da avenida de acesso a
ela. Outro benefício, é a valorização dos imóveis do litoral norte
do estado e da ZONA NORTE DE NATAL , chegando a 200% de
valorização. Outros benefícios são a chegada de vários empreendimentos
na Zona Norte, como o NATAL NORTE SHOPPING, CARREFOUR e ATACADÃO , e
ainda o aumento de turistas no litoral norte e a chegada do novo Aeroporto
Internacional de São Gonçalo do Amarante, projetado para ser o maior aeroporto
de cargas e passageiros da AMÉRICA LATINA .
TRIVIA
A ponte era vista como o maior estímulo
ao desenvolvimento da Zona Norte de Natal e do litoral norte. O jornal Tribuna
do Norte em seu artigo "Ponte não traz frutos esperados"
cita que a ponte não trouxe, ainda, os frutos esperados para o desenvolvimento
turístico da região, destacando que outras ações precisam ser implementadas na
área de infraestrutura para a indução do desenvolvimento turístico. O artigo
também destaca que a região carece de uma estrutura viária melhor.
A
ponte também era vista como uma solução ao problema do trânsito na saída e
entrada para a região norte da cidade. Entretanto, pouco depois de dois anos de
sua inauguração, a ponte se tornou um dos pontos críticos do trânsito na
capital potiguar, especialmente no início da noite. Como os outros pontos da
Zona Norte, os motoristas não têm outras alternativas.
FONTE – WIKIPÉDIA
Em sua homenagem, foi dada o nome
dele, a maior e mais alta ponte estaiada do Nordeste,
a Ponte Newton Navarro, ligando justamente o bairro da Redinha ao bairro
da Ribeira/Santos Reis esse como outros poetas tiveram suas homenagens.
Foi aluno dos Colégios Santo Antônio
e Atheneu Norte-rio-grandense, posteriormente da Faculdade de Direito do
Recife, mas não concluiu o curso. Freqüentou curso livre de pintura naquela
capital, onde conviveu com artistas como Lula Cardoso Ayres, Hélio Feijó e Reinaldo
Fonseca. Participou do I Salão de Arte Moderna do Recife, em 1948, no mesmo ano
realizando sua primeira mostra em Natal. Em 1951 foi a Buenos Aires e em 1964,
a Paris.
Em 1966 tornaria à Europa, expondo em
Lisboa. Além de artista plástico, foi poeta, contista, cronista e teatrólogo.
Colaborou n’A República, Diário de Natal e Tribuna do Norte e publicou os
seguintes livros:. Subúrbio do Silêncio (poesias, 1953); Solitário Vento do
Verão (contos, 1961); 30 Crônicas não-selecionadas (crônicas, 1563); Beira-Rio
(crônicas, 1970); Os Mortos São Estrangeiros (contos, 1970); De Como se Perdeu
o Gajeiro Curió (novela, 1974); Do Outro Lado do Rio, Entre os Morros (sem
indicação) e ABC do Cantador Clarimundo (poesias). Produziu, ainda, álbuns de
gravuras e peças teatrais. Pertencia à Academia Norte-rio-grandense de Letras.
Foi o mentor e primeiro diretor da Escolinha de Artes Cândido Portinari, da
Fundação José Augusto, hoje tendo o seu nome.
FONTE – GUIAS DAS ARTES